
hoje eu tive uma prova de um livro que nem terminei de ler...tive aula pela tarde e sei la o que falar... entao eu vou colocar umas figuras e umas sinopses de filmes que gosto para conheicmento de minha personalidade e para ver pq sao muito bons... se bem que eu creio que ninguem visita o meu blog pq nunca tem comentarios nem recadinhos... se alguem ler isso deixe um recado ou comente... beijos
A bondosa Mary e sua melhor amiga Hilary Faye estão começando o último ano na conservadora escola Cristã. Só que o namorado de Mary confessa a ela que é homossexual. Quando Mary "vê" uma imagem de Jesus, resolve fazer de tudo para ajudá-lo. Mas o "pior" acontece: ela descobre que está grávida dele.
Julieta (Luana Piovani) é atacante do time feminino do Palmeiras. Seu pai, Alfredo Baragatti (Luis Gustavo), palmeirense doente e membro do Conselho Deliberativo do Clube, criou sua filha para ser mais uma apaixonada pelo time do coração.Romeu (Marco Ricca), oftamologista, viúvo e corinthiano roxo, se apaixona por Julieta e, por amor, não não só finge ser Palmeirense, como se faz passar por torcedor fanático do Verdão. Tudo para não causar conflito com Baragatti.Através da mentira, Romeu conquista fácil o coração do sogrão, mas começa a arranjar problemas com sua fanática família corinthiana, formada por Zilinho (Leonardo Miggiorin), filho de 22 anos, e da Avó Nenzica (berta Zemel). Não demora muito e o inevitável acontece. Quando Baragatti descobre a verdade sobre Romeu, Julieta terá que optar entre o amor do pai e a paixão de sua vida. Conflitos pessoais e familiares eclodem em uma trama apaixonada que mistura drama e humor rumo a um desfecho em que o amor sagra-se o grande vitorioso do confronto entre as famílias rivais.Décimo sexto longa metragem de Bruno Barreto, O Casamento de Romeu e Julieta é um filme sobre paixões que envolvem Romeu e Julieta e também pai e filha, avó e neto. Baseado no conto "Palmeiras, um Caso de Amor", de Mário Prata, o filme tem como pano de fundo a popular paixão do brasileiro pelo futebol.Estréia: 18 de Março de 2005
Não há talento que salve um roteiro ruim. Hilary Swank, duas vezes vencedora do Oscar (por Meninos não choram e Menina de Ouro ) é a mais recente prova disso. Talentosíssima, caiu na lábia de Joel Silver, o controverso superprodutor de Matrix, V de Vingança e clássicos oitentistas como Duro de Matar e Máquina Mortífera, que tem feito verdadeiro desserviço ao gênero do terror e suspense com sua produtora Dark Castle Entertainment, casa de desgraças como Na Companhia do Medo, 13 Fantasmas e A Casa da Colina.
Ao encontrar-se com Silver, Swank aceitou realizar seu primeiro filme notoriamente comercial pós-sucesso na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Colheita do Mal (The Reaping). Fã de suspenses sobrenaturais, ela acreditou que o roteiro de Chad Hayes (Casa de Cera) resultaria num filme decente ao encantar-se com as reviravoltas. Mas eis outro problema sério do gênero: reviravoltas bacanas (e meio chupadas de outros filmes) também não salvam roteiros ruins. Não basta uma idéia boa e outros 90 minutos de clicheria e explicações desconexas, pouco convincentes...
A trama coloca Swank no papel de Katherine, uma professora da Louisiana State University e ex-pastora especializada em desmentir milagres mundialmente (ela faz isso por uma tragédia pessoal, mas não fica claro para quem trabalha). Ela tem 100% de sucesso nessas missões até que é chamada à pequena cidade de Haven, na Lousiana (o filme foi gravado antes e depois da passagem do Katrina por lá), que está enfrentando a primeira das 10 clássicas pragas bíblicas do Egito: o rio virou sangue. O que parecia mais um caso fácil começa a se complicar conforme as demais pragas do Testamento seguem na seqüência. Os locais acreditam que tudo isso seja obra de uma menininha de 12 anos (a arrepiante AnnaSophia Robb, de A Fantástica Fábrica de Chocolate), supostamente uma cria do capeta, e cabe a Katherine impedir uma tragédia e desvendar o mistério antes que o pior aconteça - seja isso a morte de uma inocente ou o fim dos tempos.
Apesar do roteiro falho, há pontos positivos no filme. Stephen Hopkins, diretor que andava desaparecido das telonas (seu filme mais lembrado é Predador 2), não aposta nos sustos fáceis (mas também não é de ferro e deixa lá um ou dois deles) tão superutilizados hoje em dia. Além disso, repete aqui o bom trabalho de atores que apresentou no telefilme A vida e a morte de Peter Sellers e parece à vontade com os efeitos especiais, que em determinado momentos tomam conta da história com explosões e correria, algo que ele deve ter aprendido na passagem pela telessérie 24 horas.

love jeh









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