bom dia... entre neste site se estiver lendo isso...
bom hoje eu vou falar um pouco mais sobre o que aconteceu em minha semana, tive prova de geografia e de matematica, e claro do livro que eu ja disse que nao terminei de ler...
Shrek foi, em 2001, uma grande investida da Dreamworks frente ao domínio absoluto da parceria entre Pixar e Disney no mercado de filmes de animação em três dimensões. Shrek vive em um pântano e é considerado por todos os habitantes das redondezas como o ser mais feio e temido que há.Mas na realidade não é bem assim, Shrek quer apenas paz e sossego em sua vida. Isso ele tem de sobra, pelo menos até que o impiedoso Lorde Farquaad resolve exilar todos os personagens de contos-de-fada que existem no seu reino para dentro da floresta... onde está localizado o pântano de Shrek. O sossego do ogro verde chegou ao fim! Agora ele deve tirar satisfações pessoalmente com Farquaad para rever sua floresta intacta. Shrek consegue um acordo: se resgatar para o Lorde uma princesa que está adormecida em um perigoso e longínquo castelo, Farquaad devolve a paz a ele. Então, ao lado do burro, Shrek parte em uma aventura inesquecível, e obviamente cheia de referencias a desenhos clássicos da Disney, aproveitando por conta para parodiar também filmes populares, como Matrix, por exemplo.Toda essa misturança fez um sucesso danado. E tem razões para o sucesso: Shrek conta com piadas engraçadíssimas, que misturam humor escatalógico com pegadinhas espertas, qualidade de animação espetacular, com um dos coloridos mais vivos e visualmente encantadores já vistos no cinema e uma trilha sonora moderna e ousada para o gênero, que definitivamente não faria parte do repertório de um filme da Disney. Obviamente, parte das piadas tem um gosto especial para quem conhece as referências propostas, mas mesmo elas não se tornam necessárias para o aproveitamento do filme, já que as crianças dificilmente entendem tais referências, e o filme é também feito para elas. Mas não é bem assim: Shrek possui muitos detalhes que só os adultos vão pescar, e às vezes a gozação em cima das clássicas histórias da Disney é bem pesada. Nada, claro, para manter os pirralhos longe, já que seria uma decisão comercialmente terrível. No final das contas pode-se considerar o humor encontrado em Shrek, em comparação com os filmes rivais da Pixar, muito mais interessante, pelo menos no sentido de inteligente e ousado.
Baseado mais em gags e humor do tipo pastelão, a sequência reúne um dos melhores elencos de voz de todos os tempos em uma animação, criando uma diversão inteligente para públicos de diferentes faixas etárias. Enquanto o filme original seguiu um caminho claramente delineado para contar sua história, Shrek 2 salta de um lado para outro, em busca de subtramas. Os roteiristas Andrew Adamson, Joe Stillman, J. David Stem e David N. Weiss foram obrigados a começar onde a maioria dos contos de fadas termina: no "e eles viveram felizes para sempre". O que pode vir depois disso? Para começar, os sogros. E isso conduz à questão "racial": afinal, a princesa Fiona (Cameron Diaz) se casou com um ogro, Shrek (Mike Myers). Talvez por solidariedade a ele, em Shrek 2 ela está com aparência bastante parecida com a de seu amado, só que menos verde. Mesmo assim, quando seus pais, o Rei (John Cleese) e a Rainha (Julie Andrews) do Reinado de Muito Longe convidam os pombinhos para um encontro, eles se assustam. A Fada Madrinha de Fiona (Jennifer Saunders) na realidade é a mãe astuta do elegantíssimo Príncipe Encantado (Rupert Everett), o sujeito com quem Fiona deveria ter se casado e que de fato é belo como um príncipe. Shrek e Fiona voltam de sua lua-de-mel e encontram o falador Burro (Eddie Murphy, mais uma vez hilário) ainda morando em seu barraco no pântano. O Rei, chocado, e a Fada Madrinha, furiosa, conspiram para acabar com Shrek, e o rei contrata para isso o Gato de Botas (Antonio Banderas), famoso matador de ogros. Então, Shrek e o Burro entram na fábrica de poções mágicas da Fada Madrinha e roubam uma poção que transforma Shrek em bonitão e o Burro em garanhão. O filme é repleto de gags engraçadíssimas, tantas que é preciso vê-lo mais de uma vez para dar-se conta de todas. O Reinado de Muito Longe, por exemplo, parece Hollywood e Beverly Hills. Um outdoor enorme dizendo "Far, Far Away" domina a colina que dá vista para ruas ladeadas de palmeiras, onde os súditos do reino fazem compras em lojas como Saxxon Fifth Avenue, Versarchery, Pewtery Barn e Armani Armoury, além de tomar café no Farbucks. Shrek 2 brinca com praticamente todos os contos de fada, incluindo Pinóquio, Os Três Porquinhos e a Bela Adormecida, que literalmente adormece. A trilha sonora inclui música disco, Counting Crows, David Bowie e até mesmo os temas de Rawhide e Missão Impossível. O resultado é diversão garantida.

Quando Shrek casou com Fiona, a última coisa que pretendia era tornar-se Rei. Mas quando o seu sogro adoece, e acaba por falecer, este começa a ser o destino de Shrek, a não ser que ele, com a ajuda dos seus inseparáveis amigos Burro e Gato das Botas, consiga arranjar quem o substitue no cargo de Rei do Reino de Bué-Bué Longe, caso contrário terá mesmo que ficar “pendurado” com o cargo. O candidato mais promissor é Artie, um primo de Fiona e um estudante muito baldas da Época Medieval, tornando-se um desafio maior do que todos esperavam.Crítica: Parece que neste Verão não faltam sequelas e trilogias, e depois duma desilusão geral de Homem Aranha 3, e duma menor desilusão com Piratas das Caraíbas, este Shrek 3, embora não traga de novo à história, consegue ser uma lufada de ar fresco mesmo sem conseguir alcançar a originalidade e a imprevisibilidade do primeiro. Mesmo assim a história consegue ser interessante e encerra alguns momentos de antologia, como é exemplo a morte do Rei Harold. Do ponto de vista técnico o filme está cada vez mais perfeito, os movimentos, os gestos e atitudes parecem cada vez mais reais.Com respeito à história, é aqui que encontramos a maior “falha” do filme, porque acaba por perder-se no argumento. A gravidez de Fiona poderia ter trazido um desenvolvimento novo à história, mas esta acaba-se por perder na procura por Artie, que parece demasiado longa, além de que esta história tem um numero exagerado de personagens secundárias, que tornam o filme divertido, mas pouco mais que isso.Este filme entretêm, mas como em muitas séries de filmes, o terceiro acaba por fechar sempre um ciclo. Existe assim o risco de acontecer isso com Shrek. Poderiam ter mantido as mesmas ideias, mas organizando-as de modo diferente não faria o enredo dispersar-se, para acelerar para o final, simplesmente porque um filme de animação não pode ser demasiado longo.Embora seja o mais fraco dos três, porém, é um filme a ver, nem que seja pelas pequenas criaturas que aparecem no final, pelo fabuloso Banderas no Gato das Botas, e por pequenas preciosidades na adaptação das "princesas dos contos de fadas" para este filme.Afinal, não deixa de ser um bom filme para famílias com crianças pequenas...
Uma história tão antiga quanto o tempo..."A Bela e a Fera" representou um marco para o departamento de animação dos estúdios de Walt Disney à época de seu lançamento, em 1991. Tendo uma fábula popular como inspiração, os artistas Disney fizeram uso da experiência adquirida em "A Pequena Sereia" e o filme resultante demonstrou que o renascimento dos estúdios Disney estava em seu auge. "A Bela e a Fera" transcendeu seu meio - tratava-se de uma aventura romântica mágica que tanto a crítica quanto o público consideraram um dos melhores filmes daquele ano, animado ou não. "Bela" foi o primeiro e único longa-metragem de animação a receber uma indicação ao Oscar® de Melhor Filme da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, vencendo as estatuetas de Melhor Trilha Original e de Melhor Canção. Dez anos depois, "A Bela e a Fera" estabeleceu-se, juntamente com "Branca de Neve" e "Pinóquio", como um dos melhores filmes que nosso estúdio já produziu. A seqüência que inclui "Humano Outra Vez" foi reproduzida na forma de storyboards, mas acabou cortada da produção ainda em sua fase inicial, sem jamais chegar a ser animada... até agora.Quando, posteriormente, a canção se tornou uma das maiores sensações da versão musical de "A Bela e a Fera" encenada nos palcos da Broadway, os animadores encontraram uma maneira de incluir esse número musical divertido e arrebatador, no qual os personagens encantados sonham com o que farão quando o feitiço vier a ser quebrado e eles se tornem humanos novamente. Após dois anos dedicados à criação dos storyboards, à orquestração e à animação deste que acabou sendo o último trabalho de Alan Menken em parceria com o falecido Howard Ashman, o público terá a oportunidade de ver "Humano Outra Vez" inserida no musical animado da maneira que a canção havia sido composta originalmente. Esta é também a primeira vez que os estúdios Disney animam uma nova seqüência para um filme já lançado anteriormente.Aperfeiçoando para as telas gigantesOs animadores Disney e sua equipe de pós-produção passaram mais de um ano revisando o filme, cena a cena, aperfeiçoando os cenários, melhorando os efeitos especiais e refinando as feições e os corpos dos personagens para que eles tivessem ainda mais brilho nas telas gigantes. Além disso, a fim de garantir que a seqüência de "Humano Outra Vez" fosse incorporada ao filme de maneira imperceptível, os artistas que haviam criado os desenhos e a animação originais de "A Bela e a Fera" foram reconvocados para, mais uma vez, dar vida aos personagens encantados. Ao mesmo tempo, o produtor Don Hahn fazia sua parte para garantir que a versão em formato gigante de "A Bela e a Fera" tivesse uma nitidez cristalina, e não fosse apenas uma ampliação granulada do negativo original num formato maior; como todas as imagens de "A Bela e a Fera" haviam sido arquivadas digitalmente, as cores do filme estarão mais brilhantes, mais saturadas e ainda mais vibrantes nas telas gigantes. Esta preocupação com os mínimos detalhes dará às platéias uma experiência sem igual quando esta novíssima versão de "A Bela e a Fera" estrear nos cinemas no dia 6 de setembro de 2002.
ah ontem eu fiz muitos exames de sangue para ver se eu to realmente com intolerancia a lactose, ou seja, eu nao posso comer nada que contenha leite(queijo, iogurte, chocolate, entre outros...), no fundo nao sei se to sentindo muita falte mas sabe como é tenho que controlar a minha alimentaçao por um lado é ruim que nao posso comer certas coisas por outro é bom pois eu penso assim sempre pode ser pior... imagina se eu tivesse com um ataque de asma... seria pior pq eu ate poderia parar no hospital...












1 comentários:
asma é foda
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